segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Comentário de Ronaldo Rodrigues de Flora Rica, Eleições 2014

 Veja o comentário do jovem Ronaldo, aluno de Direito e membro da Assembléia de Deus,  em uma rede social e causando aplausos dos que compartilham as mesmas Idéia.



"Muitas alegrias, muitos lamentos. Cada qual defende seu ponto de vista e a democracia acaba trazendo tensão, que por sua vez, acaba conflitando, gerando clima de guerra entre dois grupos, formando dois povos.
O Brasil tá precisando é de Deus, só será melhor quando os Poderes Constituintes do nosso país se voltarem para Ele. Permanecendo Dilma ou entrando Aécio, se continuar essa pouca vergonha que está do Acre ao Rio Grande do Sul, não adianta nada o povo ficar brigando. Os escândalos são nos 3 Poderes ( Executivo,Legislativo e Judiciário).
Se olhar o passado traz vergonha, peça a Deus que tenha misericórdia de nosso futuro e que alcance o coração dos 3 Poderes para alcançarmos um Brasil melhor."

sábado, 25 de outubro de 2014

Silas Malafaia denúncia governo Dilma

Um dos mais influentes pastores de nossa nação dos dias atuais, denúncia com provas, verdades sobre o PT e a candidata Dilma, alertando os cristãos a votarem com muito atenção: Veja no link
 Site oficial do pr Malafaia

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Candidatos Eleitos evangelicos para o congresso.

A bancada evangélica na Câmara conseguiu reeleger 53% de seus deputados, conforme apuração dos votos deste domingo (5) divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral.
Do total de 69 deputados que compõem a bancada, segundo dados de setembro deste ano da Frente Parlamentar da Família e Apoio à Vida, 37 se reelegeram. Deste total, 17 deputados partem para o terceiro mandato ou mais, ou seja, já foram reeleitos em pleitos anteriores. A presidente da frente, que abrange a bancada evangélica, deputada Fátima Pelaes (PMDB-AP), contudo, não foi reeleita.
Dos 69 atuais deputados evangélicos, nove não concorreram a nenhum cargo e cinco se candidataram a outros cargos, como governo e Senado.
No Brasil, os evangélicos representam 22,4% da população (uma em cada cinco pessoas), ante a cerca de 65% de católicos (três em cada cinco pessoas), segundo dados do Censo de 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Nestas eleições, o número de candidatos abertamente evangélicos (que usam nome na urna com expressões como "bispo", "pastor" e "missionário") cresceu 45% em relação a 2010. Três deputados com "pastor" no nome de urna foram eleitos.

Bancada de vários partidos

Segundo composição até setembro deste ano, a bancada tinha deputados de 17 partidos diferentes. A sigla com maior número de representantes era o PR (Partido da República), com 11 deputados – um dos integrantes é Anthony Garotinho, candidato ao governo do Rio de Janeiro.
Na sequência, com dez deputados, está o PSC (Partido Social Cristão), cujos principais representantes são o Pastor Everaldo, que concorreu à Presidência da República, e o pastor da Assembleia de Deus e já deputado Marco Feliciano.
O PRB (Partido Republicano Brasileiro), de Marcelo Crivella, bispo da Igreja Universal e candidato ao governo do Rio de Janeiro, tem oito representantes. Mesmo número de deputados do PMDB de Eduardo Cunha, líder do partido na Câmara, da Sara Nossa Terra, e de Fátima Pelaes, da Assembleia de Deus.
As igrejas com maior número de deputados na bancada até estas eleições eram a Assembleia de Deus, com 19 deputados, seguida da Igreja Batista, com dez. Com sete representantes cada uma estão as igrejas Universal do Reino de Deus e Presbiteriana.
Leia mais em: http://zip.net/brpM2j

domingo, 5 de outubro de 2014

Pr Marco Feliciano é o 3° mais votado de SP

Pastor Marco Feliciano tem a 3ª maior votação do País












389.000


Celso Russomanno (PRB-SP) foi o deputado mais votado do País, eleito para a Câmara dos Deputados com 1.515162 votos. Recordista em 2010 com 1.348.295 votos, Tiririca (PR) foi o segundo mais votado do Estado, 1.011.413. O recorde ainda é de 1.537.642 votos, do falecido Enéas (Prona-SP) em 2002.

O terceiro colocado, bem atrás nos números, é o deputado Pastor Marcos Feliciano (PSC-SP), que causou polêmica em sua passagem pela Comissão de Direitos Humanos. Ele conquistou novo mandato com mais de 396.141 mil votos.

Barrado pela Lei da Ficha Limpa, Paulo Maluf (PP-SP) teria votação suficiente para se reeleger. Com cerca de 280 mil votos, seria o oitavo mais votado, mas os votos só serão validados se o ex-prefeito conseguir reverter na Justiça o indeferimento de sua candidatura.

A maior bancada paulista será do PSDB, que elegeu 15 deputados. Confira a seguir lista dos deputados eleitos por São Paulo:

PSDB     
Bruno Covas
Carlos Sampaio  
Duarte Nogueira   
Ricardo Trípoli  
Samuel Moreira   
Eduardo Cury   
Silvio Torres   
Vitor Lippi  
Bruna Furlan   
Mara Gabrilli  
Miguel Haddad   
Vanderlei Macris   
Floriano Pesaro
Antonio Carlos Mendes Thame
Papa
DEM
Rodrigo Garcia
Jorge Tadeu
Eli Corrêa Filho
Alexandre Leite  

PPS
Alex Manente
Arnaldo Jardim
PT  
Andrés Sanchez  
Zarattini  
Arlindo Chinaglia  
Ana Perugini
Vicente Cândido
Paulo Teixeira  
Nilton Tatto  
Vicentinho
José Mentor
Valmir Prascidelli
PCdoB
Orlando Silva
PRB
Celso Russomanno  
Antônio Bulhões
Roberto Alves
Vinicius Carvalho
Sérgio Reis
Marcelo Squasoni
Beto Mansur
Fausto Pinato
PMDB
Baleia Rossi
Edinho Araújo
PSD  
Jefferson Campos
Ricardo Izar
Goulart
Herculano Passos  
PP
Missionário José Olimpio
Guilherme Mussi

PR
Tiririca
Marco Alvino
Milton Monti
Paulo Freire
Capitão Augusto
Miguel Lombardi
PSB
Luiza Erundina
Luiz Lauro Filho
Ota
Flavinho
PSC
Pastor Marco Feliciano
Gilberto Nascimento
Eduardo Bolsonaro
PV
Evandro Gussi
Roberto de Lucena
Dr. Sinval Malheiros
PTB
Arnaldo Faria de Sá
Nelson Marquezelli
PSOL
Ivan Valente
PDT
Major Olímpio Gomes
PTN
Renata Abreu
SD
Paulinho da Força

sábado, 4 de outubro de 2014

Atenção as Regras para votar, o que pode e não pode?


Foram estabelecidas para antes e para o dia do pleito nacional, que acontece neste domingo (5). Uma das normas já em vigor é que desde a última quarta-feira (1) e até dois dias depois do encerramento das votações nenhum eleitor pode ser preso. A prisão é admitida somente quando o indivíduo for pego em flagrante ou existir contra ele uma sentença criminal que a condenação seja por crime inafiançável ou ainda por desrespeito a salvo conduto. Segundo o TSE, a proibição também vale para os candidatos, que já não podiam ser detidos desde o último dia 20.
Outra regra que já foi determinada, conforme o calendário eleitoral, é que a última quinta-feira (2) foi o último dia para para a promoção de comícios e utilização de aparelhagem de sonorização fixa e de debates no rádio e na televisão.
A partir de sábado (4) é proibida a divulgação paga, na imprensa escrita, e a reprodução na internet do jornal impresso, de propaganda eleitoral.
Confira abaixo o que mais é proibido e permitido até o dia da votação:
Pode
É permitida a manifestação individual e silenciosa da preferência do eleitor por partido político, coligação ou candidato com o uso de bandeiras, broches e adesivos no dia da eleição. O eleitor pode usar camiseta desde que ele mesmo a tenha feito ou tenha mandado fazer.
Alto falantes ou amplificadores de som serão admitidos até a véspera da eleição.
Caminhada, passeata e carreata podem ser realizados até às 22h do dia que antecede o pleito.
Não pode
Crianças são proibidas de acompanhar os pais ou responsáveis dentro da cabine. O eleitor só pode entrar no local de votação acompanhado se tiver alguma dificuldade para exercer o voto, como um problema de locomoção ou de visão.
É proibido distribuir boné, chaveiro, camisa e caneta de candidato antes e no dia da votação. Desde as eleições de 2006, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proibiu a confecção e distribuição desses itens.
No dia das eleições é vedada a arregimentação de eleitor ou a propaganda de boca-de-urna (distribuição de santinhos) e a divulgação de qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos.
É proibido fotografar a urna no momento da votação. Filmadoras, celulares e outros aparelhos eletrônicos devem ficar com os colaboradores responsáveis pela sessão eleitoral.

FG

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